Aos trinta, Napoleão já tinha conquistado o Egito. Alexandre havia conquistado o Oriente. Quanto a mim, sequer conseguira organizar meu exército.
Boa, Janer!
Aos trinta, Napoleão já tinha conquistado o Egito. Alexandre havia conquistado o Oriente. Quanto a mim, sequer conseguira organizar meu exército.
Boa, Janer!
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Romanos 12,21: “Não te deixes vencer pelo mal; vence antes o mal com o bem”.
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Curioso. Irônico. Paradoxal. Clique aqui e entenda o que eu estou tentando dizer. Se você não clicar eu juro que quebro a sua cabeça.
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Um é a biografia do maior brasileiro da história. Um homem maior que o país. O outro é romance sobre a sociedade americana com um personagem fictício.
Uma história se passa no Brasil Império. A outra, embora não seja datada, foi escrita para os Estados Unidos dos anos 50 do século passado.
Apesar da diferença de tempo, as duas trajetórias muito se parecem. São a luta da genialidade, da coragem e do empreendendorismo contra a mediocridade, a pequenez humana… e contra esse monstro deplorável chamado Estado.
Ambos são atualíssimos.
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Este texto foi brilhantemente escrito por Candido Prunes, vice-presidente do Instituto Liberal, sobre o carnaval do ano passado. Mas um ano depois, é inegável constatar que continua atualíssimo, já que os erros se repetem sem constrangimento no Brasil.
Vale a leitura porque o turismo - e percebo isso a cada dia - é a porta dourada de entrada para o desenvolvimento.
TURISMO-PROBLEMA
Os festejos carnavalescos representam uma boa oportunidade para se avaliar o turismo estrangeiro no Brasil. A imagem do País no exterior está quase que indissoluvelmente associada ao futebol e ao carnaval. Assim como os jogadores brasileiros encantam o mundo todo, a grande festa de Momo também exerce um fascínio sobre o estrangeiro. E não é para menos: o colorido das fantasias, o ritmo do samba e a alegria contagiante das multidões durante vários dias é algo sem precedentes no mundo. Nas capitais nordestinas, o carnaval ainda apresenta alguns encantos adicionais, como a espontaneidade dos blocos e alguns ritmos musicais diferentes, como o frevo e o maracatu.
Mas aquilo que aparece nas televisões e na mídia impressa é apenas o lado lúdico do carnaval. Os eternos problemas brasileiros empanaram o brilho que o carnaval mereceria. Por exemplo, quem foi diverte-se em Olinda enfrenta dificuldades que poucos jornais mostram. Primeiro, a cidade fica tomada por um número de foliões muito maior do que ela comporta. Olinda, declarada capital cultural do Brasil e contando com um notável conjunto arquitetônico, não possui locais adequados para o estacionamento de veículos. Os foliões têm que abandonar seus carros em terrenos baldios e caminhar até o centro histórico. No trajeto, esgoto a céu aberto e risco de assalto (as pessoas são instruídas a não andar com relógios, câmaras fotográficas, documentos ou qualquer objeto de valor). Centenas de ambulantes vendem alimentos em condições precárias de higiene. Pouca ou nenhuma lata de lixo. Nenhum banheiro público. Isso para não mencionar os vômitos espalhados pelas ruas em razão dos excessos alcoólicos. Essa perversa combinação, durante uma festa que se prolonga por vários dias quase ininterruptamente, produz um caos sanitário.
Quem tolera participar de uma festa, por mais atrativos que ela possa apresentar, se as condições são essas? Um olhar atento sobre os turistas estrangeiros que foram para o carnaval de Olinda (em 2007, grifo meu) responde à questão. Eles podem ser divididos em três grupos. O primeiro, mais expressivo numericamente, contava com jovens cujo interesse não era a alegria de participar dos festejos momescos. Estavam simplesmente atrás de drogas baratas a serem desfrutadas num ambiente de promiscuidade. O segundo, composto por homens mais velhos, eram igualmente desinteressado pelo carnaval em si. Vieram para o Brasil por causa das prostitutas baratas. O terceiro, minoritário, era o grupo dos estrangeiros que vieram atrás do estereótipo de carnaval brasileiro: alegria, folclore, paisagens tropicais exuberantes.
Os membros do primeiro e segundo grupos certamente retornarão ao País e recomendarão a viagem para amigos e conhecidos. Encontraram o que buscavam: drogas, sexo fácil e prostitutas baratas. Os do terceiro grupo dificilmente repetirão a experiência e muito menos irão aconselhar que alguém venha ao Brasil nessa época do ano.
O Brasil, assim, vem perdendo charme como destino turístico. Suas decantadas virtudes vão se esmaecendo aos olhos do estrangeiro, pois o País tem que competir hoje com destinos no Caribe, Oriente Médio e Pacífico. Que também oferecem praias, paisagens exuberantes, clima quente, comidas exóticas, povos hospitaleiros e artesanatos curiosos.
A realidade nesse sentido é dura. Do ponto de vista turístico, o Brasil é cada vez mais um mero entreposto de drogas e prostituição. Se nada for feito no curto prazo – em relação à segurança – e no longo prazo – em relação à educação -, o turismo se tornará uma crescente fonte de problemas e não de receitas para os brasileiros.
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(Este artigo é de minha autoria, e foi publicado no jornal “A Tribuna“ de hoje)
Os moradores da Baixada Santista e Vale do Ribeira não vivem um momento qualquer. Trata-se de uma chance histórica. A expressão pode ser um pouco surrada, mas nem por isso não é verdadeira. Basta verificar que as vocações da região são turísticas e portuárias. E ambas estão interligadas.A coluna Radar, de Veja, publicou nesta semana que os 5 milhões de turistas que visitaram o Brasil em 2007 deixaram no País US$ 5 bilhões em divisas. Qual é nosso quinhão nessa bolada? Cabe às autoridades e ao empresariado da região agirem para que a pergunta não seja retórica, mas sim o pontapé inicial nos debates e ações para que o desenvolvimento venha a reboque desses números bilionários.
Principalmente se lembrarmos que a estrutura do Porto que recebe, a cada temporada, mais e mais cruzeiros marítimos, deve ser incrementada. Deverão ser R$ 7,5 bilhões até 2011 em investimentos do Governo Federal. Só neste ano, a economia local terá R$ 60 milhões injetados por turistas (ou levados) pelos transatlânticos. Se pensarmos que 524 mil pessoas embarcam e desembarcam anualmente pelo Terminal Marítimo de Passageiros do Concais, Giusfredo Santini, não é difícil imaginar o quanto podemos evoluir em outros setores relacionados ao turismo e deixar para trás definitivamente a pecha de região a serviço simplesmente do veraneio.
Não se tratam de vantagens apenas econômicas. Mais turistas representam mais vendas para o comércio, empregos, desenvolvimento. Mas não apenas isso. O crescimento que bate à nossa porta demandará investimentos de infra-estrutura. Na limpeza urbana, na reforma de calçadas, na segurança etc. Algo que todo cidadão da Baixada Santista poderá ganhar como bônus, além da mera questão da economia.
Há muito mais por fazer. Tanto que não caberia de forma alguma neste espaço. O turismo pode e deve ser a força motora para o crescimento da nossa região.
A receita é criatividade e trabalho. Mãos à obra.
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O Imperador, D Pedro II. José Bonifácio, Rui Barbosa, Olavo Bilac, Barão de Mauá, Lima Barreto e Machado de Assis. Roberto Campos e Prudente de Moraes. Bruno Tolentino, Ivan Lessa e Diogo Mainardi. Gilberto Freyre e Miguel Reale. Pelé e Robinho. E vamos parar por aqui que a lista saiu maior que eu esperava.
Ah!, e você, admira algum brasileiro?
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Diogo Mainardi esteve no Jô Soares. Se você não assistiu, não se preocupe, está no Youtube. Só vi por um acaso, porque assistir esse programa não está entre meus passatempos.
A mensagem é poderosa. E em rede nacional. Lula é pelego oportunista. Nada que a gente já não saiba. Mas para todo o Brasil, em technicolor, foi a primeira vez.
Vale a pena ver.
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Leitor aplicado de Maquiavel, Napoleão vaticinou que a politização seria o destino inevitável (irreversível) dos tempos modernos.
No futuro (praguejava o corso), os homens politizariam tudo, rejeitando e empurrando para segundo plano tudo aquilo que a civilização ocidental sempre colocou acima da política.
Todo o precioso conjunto de valores morais e culturais que sempre sustentaram a civilização sairia de cena e, em seu lugar, entraria o bárbaro espetáculo da disputa voraz por poderes e idéias.
(Trocando em miúdos: um tempo de pobreza do espírito, em proporções até então inéditas.)
Peguei este inteligente post aqui. Um ótimo blog escrito por um ótimo escritor.
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Tropa de elite. Não pretendo ver. Dizem que é muito realista. A realidade está diante dos meus olhos todo santo dia. Querer que eu pague para vê-la é demais.
A Veja diz que é o filme que rompe com a visão romantizada do marginal. Bandido é bandido, polícia é polícia. Eu sempre soube isso e me espanta apenas a estupidez de quem pensa o contrário.
Vou usar o dinheiro para compra um milk shake com Ovomaltine. Será mais útil. E bem mais gostoso.
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